Proposta de Resolução Nº 1 do Tópico 1

Reconhecendo a necessidade de criação de condições de estabilidade, paz e relações baseadas no respeito;

Reconhecendo que cada país possui sua individualidade;

Entendendo a tensão e conflitos entre os povos;

Clamando pela integração pacífica entre as nações presentes na OUA;

Ressaltando a importância da infraestrutura interna de cada país, sobretudo quanto à questão de averiguar a disponibilidade de recursos energéticos;

Afirmando a necessidade da presença europeia em solo africano;

Assumindo os interesses europeus no continente africano;

Determinando a necessidade de uma cooperação a fim de promover a igualdade afro-europeia;

A Organização da Unidade Africana,

  1. Propõe a abertura de barreiras navais e rotas marítimas aos países africanos da organização;

1.1     Revalida que essa recomendação valerá a todos os recursos hídricos comandados por países europeus;

1.2     Sugere a apropriação dos portos de cada país por seus respectivos governos nacionais;

  1. Sugere o investimento em conhecimento e na geração de tecnologia, como uma medida a médio e longo prazo;

2.1     Urge pelo investimento em infraestruturas rurais buscando integrar as áreas rurais aos grandes centros;

2.2     Incentiva a capacitação dos agricultores;

2.3     Sugere que as medidas devem respeitar a soberania e as individualidades de cada Estado;

  1. Sugere e ressalta a importância da diversificação de capital, com o consequente investimento em diversas áreas priorizando a qualidade e a melhoria no setor educacional e industrial;
  2. Reforça o objetivo do intercambio cultural, técnico-científico e educacional e potencial, visando a qualificação dos estudantes e futuros contribuintes à nação, respeitando a individualidade de cada Estado;
  3. Propõe a aplicação do sistema de remessas às empresas estrangeiras em solo africano, a fim de compensar os recursos extraídos do continente ao longo do período imperialista;
  4. Realça a proibição de quaisquer intervenções estatais estrangeiras;
  5. Propõe o privilégio comercial a países do continente europeu buscando estreitar as relações econômicas e como símbolo da cooperação, de acordo com os interesses de cada nação;
  6. Solicita que as nações europeias ex-colonizadoras façam investimentos estruturais que levem à qualificação de mão-de-obra e posterior participação do povo africano no cenário de comercio internacional;

8.1     Mede-se bilateralmente esses investimentos;

8.2     Propõe o respeito à soberania e às individualidades estatais.

  1. Sugere a fiscalização estatal e por parte dos membros da OUA, dos incentivos recebidos e suas aplicações, além de que tudo seja medido pela transparência na relação empresa-trabalhador, a fim de evitar problemas posteriores.
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PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N. 03 – TÓPICO 2

Reiterando a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que reconhece a inerente dignidade, igualdade e inalienabilidade dos direitos de todos os indivíduos,
Reafirmando os tratados internacionais já firmados sobre a questão em pauta,
Reconhecendo a importância de negociações conjuntas e de colaboração nos planos bilaterais, regionais, inter-regionais e internacionais entre os países,
Alertando ao aumento de movimentos discriminatórios,
Reconhecendo a soberania estatal de cada país e
Considerando a divergência cultural entre as nações.
A OUA:
1. Sugere o estreitamento de relações e formações de alianças econômicas que possibilitem o desenvolvimento interno dos países;
2. Sugere a receptividade por parte das nações africanas a investimentos estrangeiros para o desenvolvimento econômicos destas;
3. Reitera que a aceitação dessas propostas seja analisada já que, a partir do desenvolvimento econômico, é possível o desenvolvimento social;
4. Reitera a importância do estabelecimento do diálogo para que, dessa forma, fiquem claros os limites entre as relações;
5. Sugere que as nações foquem no desenvolvimento próprio para atingir a excelência e a soberania dos Estados;
6. Recomenda que os investimentos supracitados sejam aplicados majoritariamente nas áreas de saúde, educação e infraestrutura, a fim de desenvolver os países do continente africano em conjunto;
7. Recomenda o fim da política dos homelands na República da África do Sul em no máximo 6 anos;
7.1- Recomenda o recrudescimento das sanções econômicas à África do Sul por parte da ONU, caso não se comprometa a cumprir os prazos determinados;
8. Deve-se realizar fiscalizações periódicas em todos os países africanos presentes nessa conferência para verificar as condições humanas em cada país:
8.1- As fiscalizações devem ser feitas de bimestralmente em dois meses;
8.2- E caso de denúncias graves o conselho deverá enviar imediatamente uma equipe ao local;
8.3- O conselho deverá aceitar denúncias feitas por qualquer pessoa em qualquer meio de comunicação disponível.
9. Reforça a exigência feita na Conferência de 21 de julho de 1964 para a libertação do considerado maior líder da luta contra movimentos segregacionistas na África, Nelson Mandela e demais dirigentes do Congresso Nacional Africano.
10. Demanda a instituição de uma Assembleia Constituinte na África do Sul com um prazo de seis anos.
10.1- Participação dos representantes das principais etnias sul-africanas edo governo sul-africano;
10.2- A Assembleia deverá rever as leis de segregação e propor leis remediando os seus efeitos negativos
10.3- Convoca uma reunião extraordinária da OUA em Tripoli, na Líbia, para rever o contexto nacional na África do Sul em 1987.

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO N. 01 – TÓPICO 3

Entendendo a necessidade da criação de condições de estabilidade, paz e relações baseadas no respeito,

Reconhecendo que cada povo possui a própria cultura,

Compreendendo o aumento de conflitos e tensão entre os povos,

Considerando a divergência cultural entre as nações,

Ressaltando a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos, bem como o incentivo à multiplicidade étnica, linguística e cultural.

A Organização da Unidade Africana:

1. Urge pela conscientização dos povos, sobretudo na questão da discriminação e preconceito vivenciados pela população negra;

2. Sugere a implementação de programas de inclusão social aos negros, seja, por exemplo, no mercado de trabalho ou nas instituições públicas de ensino;

3. Reforça que qualquer negro é um ser humano e tem-se assegurado pelos Direitos Humanos

4. Reconhece a soberania de cada Estado, acreditando que as políticas de procedimento em relação à cooperação em favor dos direitos dos africanos, bem como dos negros, devem ser adaptadas às necessidades locais;

5. Encoraja agências competentes das Nações Unidas a colaborarem na promoção dos Direitos Humanos dos africanos, oferecendo assistência requisitada e auxiliando na liberação de recursos para a melhoria da situação local;

6. Encoraja a implementação de projetos anti-discriminatórios, sobretudo em instituições públicas e no mercado de trabalho;

7. Incentiva o intercâmbio cultural e competencial entre Estados, a fim de reduzir as disparidades entre países e, analogamente, as divergências culturais, promovendo o respeito entre países e suas devidas culturas;

8. Ressalta a importância da adoção de cotas, como uma medida temporária e a curto prazo, de modo à promover a inclusão negra no ensino, principalmente em países dependentes da metrópole e do Apartheid;

9. Urge pela conscientização de que a disseminação de informação discriminatória acarreta em consequências graves no âmbito social, sobretudo informações disseminadas pela mídia. Tal conscientização ficaria a cargo do governo de cada nação;

  1. Clama pela não-segregação dos negros em espações públicos de, de forma a convergir ao sentimento de liberdade;
  2. Ressalta a punição à violência física e/ou psicológica, baseadas em rixas étnicas;
  3. Sugere que o problema dos refugiados na África seja abordado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, tendo em vista o objetivo de tal comitê. Analogamente, sugere que a questão da mulher seja abordada pela Conferência da Mulher;
  4. Sugere o fim do sistema de registros de população por determinação de etnia que existem nos países do presente comitê;
  5. Determina sanções econômicas aos países que mantiverem a efetividade do trabalho escravo;

15. Recomenda a reformulação das políticas vigentes na Organização da Unidade Africana relativas à: refugiados, mulheres e vítimas de discriminação religiosa;

15.1- Determina o respeito à legislação de cada país;

16.  Encoraja o estabelecimento de cotas temporárias      às etnias nas instituições de ensino dos países do presente comitê;

17.  Ressalta o banimento de critérios de seleção não competenciais;

18. Recomenda a convocação de uma reunião extraordinária da AGNU, em 1986, visando discutir à nível mundial os conflitos étnico-raciais e o racismo presentes na África.

Signatários: Uganda, Quênia, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Zâmbia, Zimbábue, Somália, Tanzânia, Togo, Camarões, Comores, Suazilândia e Sudão.

E os EUA?

Senhores delegados,

Esperamos que os senhores já estejam com tudo preparado para o MINIONU visto que faltam apenas 4 dias. O post do dia é relacionado ao papel dos Estados Unidos nessa discussão. Bons estudos!

No contexto de recrudescimento da disputa ideológica da Guerra Fria, o governo Reagan iniciou nova cruzada contra o comunismo na década de 1980 e a África do Sul foi um aliado estratégico dos EUA para a contenção de revoluções comunistas no continente africano.

Reagan engajou o país numa nova cruzada ideológica contra os soviéticos, recrudescendo as rivalidades da Guerra Fria. O Presidente dos EUA procurou fortalecer suas alianças estratégicas e a parceria com a África do Sul não fugiu dessa lógica. A política externa dos EUA para a África do Sul foi fundamentada na crença do “capitalismo libertário” e Reagan desenvolveu a política do “engajamento construtivo”, que se baseou em três premissas: Os EUA poderiam contribuir para uma transformação evolutiva na África do Sul; algum grau de intervenção externa era necessário para promover um movimento positivo nessa direção; e a influência poderia ser exercida melhor recompensando reformas significativas feitas pelo governo de minoria branca.

Em uma coletiva de imprensa o presidente Reagan explicou que os negros foram simplesmente mortos e essa violência era resultado da lei e da ordem, ressaltando que os policiais que atiraram também eram negros. William Gray, membro do CBC e autor da legislação das sanções, não poupou o presidente:

Eu poderia descrever as colocações de Reagan como a pior forma de ignorância e insensibilidade que eu nunca vi em todos os meus anos de vida pública. No mínimo, diria que são declarações racistas. Basicamente nos mostra que o presidente vê o apartheid como uma questão branco-negro, e ele está do lado dos brancos. E eu penso que isso é trágico, pois essa é uma questão de justiça versus injustiça (Gray, 1985, p. 50).

Fonte: BRAGA, A rede de ativismo transnacional contra o apartheid na África do Sul. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão. 2011.

Primal Times

primal

Durante os dias do MINIONU o Primal Times é responsável por fazer a cobertura jornalística do evento. Diariamente, o jornal circula com notícias e informações sobre os comitês. São cinco edições, cada uma com 12 páginas. A cobertura será feita também pelas redes sociais. A equipe deste ano possui 25 integrantes, entre editores, fotógrafos, diagramadores, revisores e repórteres. Todos são alunos do curso de Jornalismo da PUC Minas.

Além dos 55 delegados presentes na OUA haverá uma dupla de delegados do Primal Times tendo como funções: a de repórter e a de assessor. Além de escrever uma matéria para o jornal sobre os fatos mais importantes do dia, eles também irão participar das coletivas de imprensa que serão filmadas. O Primal Times terá também repórteres para auxiliar os delegados e mediar demandas dos diretores com a redação do Jornal. Ao contrário dos delegados, os repórteres não vão ficar o tempo todo dentro do comitê.

É importante estabelecer um diálogo que favoreça a comunicação entre as partes, principalmente no dia-a-dia, na troca de críticas e sugestões. Para que os integrantes do Primal Times consigam exercer o papel que lhes cabe é necessária à compreensão e colaboração dos diretores, delegados e voluntários. Ter acesso às informações e as reuniões dos comitês é fundamental no processo de construção da matéria e na divulgação correta da notícia.

Para acessar a página do Primal Times, clique no link abaixo:

https://www.facebook.com/jornalprimaltimes

 

Fonte: http://www.14minionuacnur2020.wordpress.com

 

 

 

 

Dress to impress!

Olá senhores delegados!

Entra ano e sai ano e a vestimenta nos dias do MINIONU é sempre um assunto em pauta, não é mesmo? Então abaixo vocês terão algumas dicas para impressionar mas com muita classe!

Estamos de volta aos anos 80! Mas não se preocupe se você já participou do MINIONU em outros anos ou em outras simulações, você poderá usar aquilo que já havia separado! É claro que se você quiser entrar no clima, lembre-se de que seus pais, avós, tios, primos viveram nessa época, então tudo que vocês precisam fazer é dar uma assaltada no guarda-roupa deles.

Quando você pensa em anos 80  você pensa nisso?

Roupas-femininas-anos-80-2

Mas nós pensamos nisso:

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Definitivamente Lady Di é a cara da riqueza e elegância, quem nunca quis se vestir assim?

Para as meninas, apostem sempre nos conjuntinhos, seja de saia ou calça. As cores vibrantes dos anos 80 devem aparecer como um detalhe. Outra coisa na qual se deve prestar bastante atenção é a mistura de preto e branco, um clássico que nunca sai de moda.

As saias devem ter comprimento social (mais ou menos na altura do joelho), ou seja, nada de pseudo-saias que mais se parecem um cinto, por favor!

Para os meninos, o clássico é o terno.

Mas diretora, eu PRECISO usar um terno? 

Não. Existem várias maneiras de aparentar-se impecável sem o terno. Uma camisa social com uma calça jeans mais escura e um sapato, por um exemplo, é uma dessas maneiras. Outra maneira de não errar é usar a famosa fórmula inglesa dos 3 Cs: Calça+Camisa+Colete

Anos 80 na moda masculina. Aposte nos tons de cinza com detalhes em cores mais viva.

Anos 80 na moda masculina. Aposte nos tons de cinza com detalhes em cores mais viva.

Os sapatos devem ser fechados,preferencialmente, e podem apresentar saltos altos ou não. O tamanho do salto é irrelevante, mas lembrem-se: Você usará este sapato durante várias horas, pegue alguma coisa confortável!

Isto são sapatos adequados para os dias de MINIONU.

Isto são sapatos adequados para os dias de MINIONU.

Evite havaianas, papetes, rasteirinhas, chuteiras e coisas do tipo..

sto NÃO é, nunca foi e nunca será, um sapato recomendado para ambientes diplomáticos.

Isto NÃO é, nunca foi e nunca será, um sapato recomendado para ambientes diplomáticos.

 

Nem isso..

Nem isso.

Para finalizar o look diplomático:apostem nos topetes altos, nas maquiagens claras e nas barbas feitas.

Topete + maquiagem delicada = Arrasou!

Topete + maquiagem delicada = Arrasou!

-Mas Priscila, eu adoraria ir vestido(a) com as roupas típicas da minha delegação!

Fiquem a vontade! Ficaremos felizes de ver o quão empolgados e empenhados vocês estão em se caracterizarem por completo. Seria ótimo vocês aproveitarem o clima étnico do comitê!

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Para mulheres..

...e para homens!

…e para homens!

Agenda da Conferência Ministral da OUA

Boa tarde Senhores Delegados,

Esperamos que todos estejam se preparando da melhor forma possível para o grande dia, visto que faltam apenas 10 dias! Nós da equipe OUA estamos, também, muito ansiosos para conhecer os senhores.

Para dar norte à preparação de vocês estamos disponibilizando nossa agenda:

1. Sanções aos colonos

1.1. Manutenção de comércio sem dependência.

1.2. Imigração/Emigração

1.3. Necessidade da presença europeia no continente

2. Estabelecimento de normas que garantam e assegurem a dignidade, igualdade, liberdade e justiça aos africanos.

3. Eliminação das formas de discriminação

3.1. Melhores condições aos africanos

4. Participação dos colonos na reconstrução da África

 

Bons Estudos!